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    04/06/2012 às 11:00h
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    WAGNER RESOLVE FALAR
    Jaques Wagner, governador da Bahia | Divulgação

    Enquanto Neto e Germano Barreto debatiam, nos estúdios da rádio Sociedade de Feira de Santana questões relacionadas à greve dos professores na Bahia, o governador Jaques Wagner resolveu falar publicamente sobre a situação da educação na Bahia.

    Em entrevista concedida hoje pela manhã a uma rede de televisão, o governador propôs antecipar reajuste e reafirmou que pagará os professores quando voltarem à sala de aula.

    O jornal Correio da Bahia, veiculo do mesmo grupo da emissora, fez cobertura da entrevista. Abaixo, reprodução da matéria publicada no site oficial do jornal.

    Jaques Wagner ofereceu, como proposta para retomar as negociações com os professores em greve na Bahia, a antecipação de reajustes para outubro deste ano e abril de 2013. Em entrevista à TV Bahia nesta segunda-feira (4), o governador disse que um aumento maior do que os 6,5% concedidos este ano ultapassaria o previsto no orçamento.

    "Nós fizemos uma oferta para que esse reajuste fosse de 4%, em novembro de 2012, e 3%, em abril de 2013, na forma de progressão na carreira, o que representa um aumento entre 22% e 26% até 2013, incluíndo os 6,5% e 11,5% que foram dados. Eu estou recolocando essa proposta", disse.

    Segundo Wagner, o aumento de 22% pedido pelos professores e que teria sido acertado em um acordo com representantes da Secretaria de Educação extrapolaria o orçamento. "Esse ano é impossível, pois teria um impacto que não estava previsto no orçamento porque eu tenho uma Lei de Responsabilidade Fiscal para cumprir. Eu quero saber onde está intransigência, do lado de ou de ", afirmou.

    Wagner ainda reafirmou que pagará os salários dos professores caso eles retomem às aulas. "Minha preocupação maior é com as aulas dos jovens. O ano esta em curso, vamos para 56 dias de greve, e tenho dito o tempo todo aos professores que a negociação está sempre aberta, mas é preciso devolver aquilo que é sagrado: as aulas".

     Ainda segundo Wagner os professores precisam apresentar um calendário de reposição de aulas para retomar as negociações. "Pagamos o piso, que é de R$ 1.659, acima do nacional, que é R$ 1.451. Eles [professores] se levantaram da mesa, entraram em greve, e nós fomos obrigados a cortar o ponto. Eu estou recolocando a proposta. Cabe a eles aceitarem ou não. Mas é preciso que as aulas sejam retomadas e que eles apresentem um calendário de reposição. A proposta está na mesa", finalizou.



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